Quem somos

O SINTERGS foi fundado em 30 de novembro de 1988 com intuito de resgatar o reconhecimento e a valorização dos servidores, além de lutar pelo cumprimento das leis, organizar e tornar a categoria mais forte e unida.

O Sindicato dos Técnicos-Científicos conta atualmente com a filiação de mais de seis mil sócios, e está presente em todas as regiões do Estado, através dos seus núcleos regionais. Durante os 20 anos de lutas, o Sindicato conquistou respeito e muitas vitórias, dentre elas: o aumento da GIT e a gratificação em até 208%, no ano de 1991. A aquisição da sede própria da entidade, em 1995, foi uma das principais conquistas do SINTERGS. O que tem pautado historicamente a atuação dos dirigentes da entidade, é a busca de uma reposição salarial, que coloque os Técnicos-Científicos, em um patamar de nível superior, de acordo com a exigência do concurso público realizado para ingressar no serviço público.

O Sindicato é localizado na rua José de Alencar, 1089, bairro Menino Deus, e possui uma estrutura distribuída em: diretoria, setor administrativo, departamento jurídico, setor de informática e assessoria de imprensa, para potencializar uma infra-estrutura que busque atender os interesses fundamentais dos Técnicos-Científicos.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Governo Tarso Genro rejeita pagar a GIC

Durante reunião realizada ontem (3/8), na Secretaria da Administração, o governo manifestou, através de seus representantes, que reconhece as perdas salariais dos técnicos-científicos. No entanto, foi ponderado que a gratificação conquistada, através da emenda apresentada pelo deputado Adroaldo Loureiro (PDT), não tem qualquer viabilidade de ser atendida. Conforme o Chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, e a Secretaria da Administração, Stela Farias, isso levou o governo a entrar com a ADIN 4548/11 no Supremo Tribunal Federal. Mesmo que o sindicato tenha ingressado com um recurso (terceiro interessado), para tentar o pagamento, a possibilidade de ter uma vitória na Justiça é quase impossível na busca de reverter a ADIN. Por esse motivo, o Sintergs encaminhou uma proposta ao governo que repõe o índice de 53,7% das perdas inflacionárias e índices percentuais, num parcelamento que o Executivo entendeu que é possível negociar ao longo dos quatro anos, o que poderia representar um ganho maior que a gratificação conquistada, já que os índices teriam efeito cascata sobre as vantagens. O governo, na última reunião, ofereceu um índice de aproximadamente 6% para janeiro de 2012 e a possibilidade de conceder outro índice no meio do próximo ano, ainda não definido, e contrário ao compromisso firmado na Assembléia Legislativa. Como a proposta não era oficial, porque ainda passaria pela Casa Civil e Fazenda, o sindicato e o deputado Loureiro, insistiram que a categoria precisava ter uma reposição ainda este ano, o que o governo prometeu estudar e apresentar a solução na próxima reunião com o Sintergs, marcada para a próxima semana. O anúncio da imprensa de o governo ainda negociar a gratificação não tem qualquer possibilidade, segundo argumentos dos representantes do Executivo. A própria situação das finanças do Estado não  suportaria e por considerarem uma gratificação fora da realidade. A proposta do Sindicato representa uma forma de resgatar um reajuste acima da gratificação e que tenha reflexo sobre as vantagens temporais, dentro de um cronograma que estamos negociando com a Casa Civil e Secretaria da Administração.
SINTERGS

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