Quem somos

O SINTERGS foi fundado em 30 de novembro de 1988 com intuito de resgatar o reconhecimento e a valorização dos servidores, além de lutar pelo cumprimento das leis, organizar e tornar a categoria mais forte e unida.

O Sindicato dos Técnicos-Científicos conta atualmente com a filiação de mais de seis mil sócios, e está presente em todas as regiões do Estado, através dos seus núcleos regionais. Durante os 20 anos de lutas, o Sindicato conquistou respeito e muitas vitórias, dentre elas: o aumento da GIT e a gratificação em até 208%, no ano de 1991. A aquisição da sede própria da entidade, em 1995, foi uma das principais conquistas do SINTERGS. O que tem pautado historicamente a atuação dos dirigentes da entidade, é a busca de uma reposição salarial, que coloque os Técnicos-Científicos, em um patamar de nível superior, de acordo com a exigência do concurso público realizado para ingressar no serviço público.

O Sindicato é localizado na rua José de Alencar, 1089, bairro Menino Deus, e possui uma estrutura distribuída em: diretoria, setor administrativo, departamento jurídico, setor de informática e assessoria de imprensa, para potencializar uma infra-estrutura que busque atender os interesses fundamentais dos Técnicos-Científicos.

www.sintergs.com.br

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A verdade sobre a GIC

A direção do Sintergs ao receber a sugestão de propor e lutar por uma emenda no projeto do governo Yeda que reajustava em apenas 6% o salário para os Técnicos Científicos, de criação de uma Gratificação de Incentivo Cientifico, ponderamos que corríamos o risco de obter êxito no Legislativo, mas a possibilidade do Executivo vetar era muito forte, já que o governo anterior já havia manifestado sua absoluta discordância com a pretensão da categoria. Como estávamos na data limite para reajustes salariais dos servidores públicos, face a proximidade do período eleitoral, assumimos a luta no Legislativo pela GIC, mobilizando toda a categoria, que respondeu positivamente e conseguimos dois marcos históricos, a aprovação da emenda com 33 votos e logo a derrubada do veto da governadora por 28 votos. Foi a primeira vez na história do Legislativo uma categoria de servidores derruba um veto de governador. Paralelamente passamos a trabalhar no Executivo, onde tivemos a palavra do Chefe da Casa Civil e de outras autoridades do governo, que seria paga a referida gratificação, recebemos a garantia também de que estava afastada a possibilidade de haver o recurso jurídico contra nossa conquista. Infelizmente o pagamento não aconteceu e o resultado das eleições fez o governo anterior postergar a solução da GIC. Mediante esse fato, retornamos ao Legislativo e conseguimos com a pressão da categoria a abertura de um processo de negociação salarial imediato com o novo governo, que está em andamento. O governo constatou a divisão da categoria e tentará jogar no desgaste da desunião dos colegas, que enfraquece o sindicato, para ganhar temp o na solução da proposta alternativa ao pagamento da GIC.
Mesmo os colegas que se apresentam como autores da GIC assumirem publicamente  este fato, nos causa extrema indignação que o sindicato venha ser atacado por ter sido absolutamente eficiente nesta luta, nunca enganamos ou iludimos os colegas, fomos fieis ao apelo da gratificação e continuamos lutando para transformar numa conquista da categoria. Não concordamos com a forma de oposição que vem sendo estimulada na nossa categoria. A falta de respeito com a democracia e ao resultado das eleições do sindicato, estamos sendo vitimas de uma manipulação raivosa e perigosa, cujo resultado preocupa a diretoria, porque ao invés de dedicar a luta em defesa da categoria, agora temos uma preocupação com o GOLPE antidemocrático, que iniciou antes da eleição do sindicato e agora busca seguidores num absoluto desrespeito a categoria e a democracia. Lamentavelmente um grupo de oposição ao sindicato equivocadamente tira o foco da luta salarial contra este governo para atingir colegas que foram vitoriosos na eleição sindical, através da provocação, injuria e mentiras, que está fugindo da racionalidade e que além de um grande prejuízo á categoria e ao sindicato, cujo o resultado irresponsável destas ações pode ser o pior possível. Ainda alguns aproveitam para colocar no calor deste conflito interesses particulares e políticos, que o sindicato já se propôs a fazer a discussão na categoria, na forma ordeira, justa e pacifica.

Cesar Chagas
Presidente do Sintergs

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